” Alguns jogadores começam a não ter capacidade para jogar em Chaves “

O treinador do Chaves analisou o empate (1-1) com o Rio Ave, referente à 15.ª jornada da Liga.

(ASF/Alexandre Pona)

Sobre o falhanço de Hamdou Elhouni no final, que podia ter dado a vitória ao Chaves: «Ainda há pessoas que pensam que os jogadores e os treinadores são máquinas, que não tem emoções. Compreendo que a massa adepta do Chaves queira ganhar todos os jogos e ser campeões nacionais, mas isso não deve levar a alguma proporcionalidade de comportamentos. Começa a haver muitos jogadores marcados pela massa associativa e que começam a não ter capacidade para jogar em Chaves, isso é algo que a massa associativa deve refletir. Para mim estar debaixo de assobios é igual, agora há jogadores que não tem essa capacidade.»

E deixou um apelo aos adeptos:

– Gosto muito de ter adeptos exigentes, mas acho que ao longo de um jogo de futebol deve-se apoiar a equipa da qual se é adepto e, no fim, se tiver de se assobiar que se assobie o treinador que está pronto para aguentar essa pressão e, no dia em que não tiver, vira as costas e vai embora. Se o Desportivo de Chaves quer criar um clima de apoio à sua equipa e de adversidade aos seus adversários, eu acho que tem de apoiar de forma incondicional como muitos que nós temos. Há cinco jogos que o Desportivo de Chaves não perde, portanto, vamos lá, é trabalho da massa associativa, temos de ser equilibrados.

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